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Mulher apaixonada pode até ser meio boba as vezes, aceitar alguns vacilos e perdoar outros. Mas quando ela desencanta, ah meu amor, não tem ”eu te amo e não vivo sem você” que faça ela se encantar de novo. Valorize enquanto a tem, porque depois que você se tocar que perdeu, tenho certeza que ela já vai tá em outra, com outro. Mulheres quando amam, amam intensamente. Mas quando desencantam, superam mais rápido que os homens.

(Fonte: conexao-jamaica, via universo-natural)

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há 1 dia

O que aprendi na vida é que cada um cuida da sua. Marcelo D2

O que aprendi na vida é que cada um cuida da sua. Marcelo D2

(Fonte: elacurterap, via universo-natural)

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há 1 dia

Tati Bernadi. (via m-i-l-o-n-g-a)

(Fonte: hearthenight, via justfeelings)

Eles se amam. Todo mundo sabe mas ninguém acredita. Não conseguem ficar juntos. Simples. Complexo. Quase impossivel. Ele continua vivendo sua vidinha idealizada e ela continua idealizando sua vidinha. Alguns dizem que isso jamais daria certo. Outros dizem que foram feitos um para o outro. Eles preferem não dizer nada. Preferem meias palavras e milhares de coisas não ditas. Ela quer atitudes, ele quer ela. Todas as noites ela pensa nele, e todas as manhãs ele pensa nela. E assim vão vivendo até quando a vontade de estar com o outro for maior do que os outros. Enquanto o mundo vive lá fora, dentro de cada um tem um pedaço do outro. E mesmo sorrindo por ai, cada um sabe a falta que o outro faz. Nunca mais se viram, nunca mais se tocaram e nunca mais serão os mesmos. É fácil porque os dias passam rápidos demais, é dificil porque o sentimento fica, vai ficando e permanece dentro deles. E todos os dias eles se perguntam o que fazer. E imaginam os abraços, as noites com dores nas costas esquecidas pelo primeiro sorriso do outro. E que no momento certo se reencontrem e que nada, nada seja por acaso.
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há 1 dia
cupcakedechocolate:

Entre o certo e o errado, eu escolho o que me faz feliz.

cupcakedechocolate:

Entre o certo e o errado, eu escolho o que me faz feliz.

(Fonte: chicletes-e-risos)

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há 1 dia

Desconhecido.  (via matheussbarbosa)

(Fonte: re-alejar, via matheussbarbosa)

Quem transforma as mulheres em galinhas são os homens. A culpa é dos próprios homens! Tudo bem, queremos meninas legais, sexys, taradas, bonitas, inteligentes e boazinhas; lógico que possuem um defeito aqui, outro ali, um errinho aqui e acolá, mas enfim, ótimas! Muito fácil falar, pois quando aparece uma assim, de bandeja, a primeira coisa que a gente pensa é: oba me dei bem! Ficamos com elas uma vez, duas. Gostamos delas. Começamos a pensar que essa é a mulher que as nossas mães gostariam de ter como noras; se sair um namoro, vai ser uma relação estável. Você vai buscá-la no colégio, comerão no estacionamento do Mc’Donalds, vocês vão ao cinema, num barzinho, vai ter sexo toda a semana – tudo básico, até virar uma rotina sem graça. Você vai olhar os caras bem vestidos e bem-humorados indo pra noite arrasar com a mulherada e vai morrer de inveja (sem saber que eles estão morrendo de inveja do seu relacionamento, da sua namorada superiormente interessante comparada as meninas da night). Vai sentir falta daqueles perfumes deliciosos que parece que as nossas namoradas nunca usam, vai sentir falta do decote daquelas loiras peitudas que passam logo abaixo do seu nariz, vai sentir falta de dar aquelas cantadas infalíveis na noite, falta de dar umas olhadas pra uma gata, ou de dar aquela dançadinha mais provocativa na pista. Você pensa: acho que não estou pronto pra isso, pra me enclausurar pro resto da vida nesse namoro. E a boa menina se transforma numa “mala”, e aos poucos vai surgindo um nojo dela, uma aversão. Quando você vê o nome dela no celular, não dá vontade de atender. Você pensa: não estou mais afim, não gosto mais dela, já era. Daí, aquela promessa de vida estável vai por “água-a-baixo”; se a menina não se dá conta, a gente começa a ser agressivo, mal-humorado, sem educação e grosso, muito grosso. E a pobre menina pensa: o que eu fiz? Não sou bonita, legal, inteligente, companheira, boa o suficiente? Será que há outra? (geralmente há, porque não nos cansamos de boas conquistas, porque também achamos que outras não vão ficar no nosso pé, ou que serão as outras as noras que sua mãe pediu a Deus. Muito nos enganamos nesta vida…). Será que dá para confiar? Coitada, ela não fez nada, e a culpa é nossa mesmo (temos medo de enfrentar as dificuldades e as privações do mundo de solteiro. Temos medo de nos prendermos de verdade àquela menina boazinha que temos certeza que seria capaz de suportar qualquer coisa para nos fazer bem). Aí, voltamos pra nossa vidinha, que a gente odiava meses atrás. Não vemos a hora de sair e arrasar na noite. Lembra dos decotes? Grande ilusão. Você chega em casa depois da balada, bêbado, fedendo a cigarro, depois de fumar, beber e fazer de tudo! O ouvido está zunindo, você está sozinho e fica tentando descobrir porque você não está satisfeito (porque mesmo estando com outra no lugar da boazinha, sempre há uma questão: será que troquei o certo pelo duvidoso? Como estará a menina boazinha sem que eu esteja por perto pra tomar conta? Coisas realmente verdadeiras dentro desta felicidade momentânea que vivemos agora). Ah! E pensa: de repente foi porque a menina da night, linda, gostosa, misteriosa, que ficou contigo no começo pareceu quente, você passou a mão em tudo, rolou algo mais, mas você no interior ainda está insatisfeito sem saber direito qual a razão (bom, você diz: vai ver eu não estava muito inspirado, a cerveja não era bem gelada, a galera não estava muito na pilha, foi uma situação ocasional; sei lá, mas tenta arranjar um motivo para a tal insatisfação interior). Ela não te completa e uma parte fica vaga… não tem sentimento! Você não conhecia. Ou às vezes você até conhecia: namorou, voltou com ela! Mas não tem mais graça. Ela disse que ia ao banheiro e não voltou mais, trocou seu nome três vezes, ficou conversando com aquele amigo dela um tempão, você descobre sua fama, e que aquele “relacionamento” não te leva a nada. Ela gosta de você, mais já não faz sentido. Frustração! Daí, por mais que você não queira, você pensa, de algum modo, na sua menina boazinha que você deixou pra trás (mas não admitindo muito, querendo fugir do tal pensamento, achando que é apenas um momento, que vai logo passar). Aí, a gente volta pra nossa vidinha, que a gente odiava até
semanas atrás (os amigos são os mais novos possíveis, a gente tenta se afastar da monótona vida que estávamos levando antes. E essa nova “mina”, e essa nova galera trata a gente como se fossemos maiorais, e a gente faz tudo pra estar perto dessa nova vida tentando desesperadamente apagar a vida anterior. Aliás, neste ponto, a gente tenta realmente apagar tudo que nos prende à menina boazinha, até falar com ela é uma coisa intolerável. “Primeiro passo do arrependimento”). A gente não vê a hora de sair, esquecer e arrasar na noite com a galera. Enquanto isso, a boa menina, chateada, lesada, custa a entender o que ela fez pra ter te afastado dela… Daí, essa dúvida vira angústia, ressentimento, que vira raiva. “O que é que eu tenho de errado?”, ela pergunta para si, sendo que homem não falta pra ela. Aí, a menina manda tudo à puta que pariu: não quer mais saber de nada, só de aproveitar a vida, beijando muito cara, e esquecer “ele”. Resolve não se envolver mais, pra não sair lesada, chutada, humilhada ou chateada. Muito bem, acabamos de criar uma monstra, uma terrorista, uma mulher-bomba que fará você implorar por sua simples vidinha. Um predador! Um demônio usurpador de pobres almas machistas que acreditam ser espertos (por mais inteligente que ela seja, é inevitável: mecanismo de defesa. Ninguém vive decepções amorosas mais de uma vez na vida). O tempo passa e a gente continua na mesma. Volta a reclamar da vida e das mulheres. Elas só querem as coisas com homens cachorros e não estão nem aí pra nós. Atenção: elas são assim por culpa nossa. A mulher vulcão da festa de hoje era a boa menina de outro homem ontem… e assim sucessivamente. Provavelmente, essa nossa ex-boa menina deve estar enlouquecendo a cabeça de outro homem por aí; e eu a perdi para sempre. Ela virou uma mulher enlouquecedora e eu a encontrei na balada outro dia: ela estava com um super decote, um perfume delicioso, sorrindo e arrasando com vários caras e ela nem olhou para mim.
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há 1 dia
caiofabreucfa:

Não valorizou, perdeu, só espero estar sempre tomando as decisões corretas, pois se for meu, volta, se não for pra ser, Deus sabe o que faz.


Caio Fernando Abreu

caiofabreucfa:

Não valorizou, perdeu, só espero estar sempre tomando as decisões corretas, pois se for meu, volta, se não for pra ser, Deus sabe o que faz.

Caio Fernando Abreu
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há 1 dia
sertanejo:

 A vida às vezes te machuca, e ela mesma te dá a cura.
 Nx Zero

sertanejo:

 A vida às vezes te machuca, e ela mesma te dá a cura.

 Nx Zero

(via justfeelings)

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há 1 dia

Não ligue pra opinião dos outros. Se te faz bem, é isso que importa. (b-c)

Não ligue pra opinião dos outros. Se te faz bem, é isso que importa. (b-c)

(via im-not-perfeect)

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há 1 dia

Liz F (via who-is-liz)

(via meameemeodeie)

Lembro quando era menor e via meu pai se arrumando pra viajar, minha mãe dizia: “Vou sentir saudades, te amo”. Lembro que quando passava uma época longe das minhas amigas, elas falavam: “vou ficar com saudades”, lembro que, quando depois de muito tempo eu ia visitar minha bisavó, ela me dizia que “sentiu saudades”. Mas eu nunca soube de verdade, o que era saudade. Sempre achei a palavra uma coisa clichê. Qualquer coisa era saudades, pô. Até o caixa do mercado quando eu ficava um tempo sem ir lá dizia: “senti saudades”. Pra mim saudades, era só notar que alguém não está lá. Agora, depois de um certo tempo.. venho descobrir que há muita coisa por trás de: “saudades”. Saudade, é quando você quer chorar porque não tá com aquela pessoa do lado mas logo lembra de tudo que passou com ela, e começa a sorrir sozinho. Saudade é quando você ouve uma música, fecha os olhos e é como se tudo tivesse acontecendo novamente. Saudade é quando mesmo quando você não quer lembrar de alguém ou de algo, você acaba lembrando, mesmo sem se esforçar (e mesmo tentando esquecer). Saudade não é aquele negócio que te deixa morrendo de raiva porque não tem mais, a saudade anda grudada com as boas lembranças.
Saudade é quando você olha uma foto e chora. Você pode não estar junto com a pessoa, mas só de olhar por dentro daqueles olhos.. você desaba em lágrimas. Saudade é um bicho ruim. E ao mesmo tempo, bom. Saudade é aquela dor que você realmente sente (não é coisa fingida). Saudade é uma palavra tão pequena e de um significado tão amplo… E agora, não sei se estou feliz por ter descoberto que saudade não é só um clichê qualquer. Agora eu entendo o sorriso da minha mãe quando meu pai voltava, lembro dos abraços das minhas amigas e do beijo na testa da minha bisavó, eu achava tudo aquilo um grande drama. Agora, eu posso entender. E desejo que tudo fosse só drama mesmo.
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há 1 dia